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 PREVENÇÃO DE QUEDAS
  Faça exames oftalmológicos e físicos anualmente, em específico para detectar a existência de problemas cardíacos e de pressão arterial; 
-  Mantenha em sua dieta uma ingestão adequada de Cálcio e vitamina D; 
-  Tome banhos de sol diariamente;
-  Participe de programas de atividade física que visem o desenvolvimento de agilidade, força, equilíbrio, coordenação e ganho de força do quadríceps e mobilidade do tornozelo;
-  Elimine de sua casa tudo aquilo que possa provocar escorregões e instale suportes, corrimão e outros acessórios de segurança; 
-  Use sapatos com sola antiderrapante; 
-  Amarre o cadarço do seu calçado;
-  Substitua os chinelos que estão deformados ou estão muito frouxos; 
-  Use uma calçadeira ou sente-se para colocar seu sapato; 
-  Evite sapatos altos e com sola lisa; 
-  Evite ingestão excessiva de bebidas alcoólicas; 
-  Mantenha uma lista atualizada de todos os medicamentos que está tomando ou que costuma tomar, e as dê para os médicos com quem faz consulta; 
-  Informe-se com o seu médico sobre os efeitos colaterais dos remédios que você está tomando e de seu consumo em excesso; 
-  Certifique-se de que todos os medicamentos estejam claramente rotulados e guardados em um local adequado (que respeite as instruções de armazenamento); 
-  Tome os medicamentos nos horários corretos e da forma que foi receitada pelo médico, na maioria dos casos, acompanhados com um copo d'água; 
-  Nunca ande só de meias; 
-  Fadiga muscular e confusão mental aumentam o risco de quedas; 
-  Mulheres que não conseguem encontrar sapatos esportivos suficientemente largos para o formato do seu pé devem comprar na seção masculina, pois estes sapatos têm fôrmas maiores; 
-  Estatísticas norte-americanas indicam que 60% das quedas em idosos acontecem dentro de casa: ao subir escadas, escorregões em superfícies muito lisas e tropeços, entre outras situações. 

Simples cuidados e adaptações poderão diminuir o risco de quedas dentro de sua casa; basta verificar abaixo algumas orientações quanto a modificações na organização dos móveis, da casa e iluminação. 

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A queda é um evento bastante comum e devastador em idosos. Embora não seja uma consequência inevitável do envelhecimento, pode sinalizar o início de fragilidade ou indicar doença aguda. Além dos problemas médicos, as quedas apresentam custo social, econômico e psicológico enormes, aumentando a dependência e a institucionalização. Estima-se que há uma queda para um em cada três indivíduos com mais de 65 anos e, que um em vinte daqueles que sofreram uma queda sofram uma fratura ou necessitem de internação. Dentre os mais idosos, com 80 anos e mais, 40% caem a cada ano. Dos que moram em asilos e casas de repouso, a frequência de quedas é de 50%. A prevenção de quedas é tarefa difícil devido a variedade de fatores que as predispõem. 
P ossíveis consequências das quedas nos idosos. Atualmente, as quedas de própria altura são a principal causa de morte acidental em pessoas com idade acima de 65 anos. São muitas as consequências de quedas em idosos, já que o tombo em si não causa grandes problemas, mas sim o que ocorre em sua decorrência. Cerca de 54% das quedas em idosos são causadas por ambiente inadequado, principalmente por piso escorregadio e objetos deixados no chão – afinal, idosos ativos também caem . As demais causas estão associadas à riscos intrínsecos, como consumo incorreto de medicamentos, problemas de visão, Parkinson, dores crônicas (fibromialgia, lombalgia, osteoartrite etc). Decorrências físicas As quedas são eventos frequentes causadores de escoriações e lesões. As lesões mais comuns são as fraturas no fêmur proximal (região do quadril), seguidas de fraturas nos membros superiores (ombro e punho). Estudos apontam que as fraturas do fêmur tem índice de 30% de mortalidade em até 6...